Quinta-feira, Junho 4, 2009

A escola armada

Nesta escola, houve uma aluna que foi morta. Contrataram um agente secreto. Quando chegou deu um nome ao caso, foi “A escola armada”. Ele pediu ao director das brigadas presente para lhe dizerem a hora, o local e o nome. Entretanto, foram até ao local. Mal chegaram ao local o agente das brigadas disse que tinha sido pela 24 horas de ontem, e ela se chamava Elisabete.

De seguida o agente secreto tirou do bolso o seu telemóvel e telefonou para Lisboa. Para mandar vir as suas coisas que não demoraram a chegar.

Pegou no seu computador, e num aparelho especial, pegou na arma com que a rapariga tinha sido morta, e descobriu que varias pessoas tinham pegado na arma. Todas elas jogavam
em casinos. Ele pegou no seu localizador e conseguiu localizar um deles, assim, foi para o casino mais próximo.

Entrou  e avistou um deles. Começou a jogar e foi aí que lhe ligaram. Ele levantou-se e puseram-lhe um comprimido na bebida. Ele quando chegou não bebeu, já suspeitava. Quando ele ia a sair, seguiu e descobriu todos os outros. Mandou vir reforços, para os cercarem. Quando o cerco estava montado, eles perceberam que estavam a ser vigiados. Eles não se queriam render, mas viram que não tinham hipótese e renderam-se. Ele informou todos o que sabiam do caso. E assim mais um caso resolvido pelo maravilhoso J&B.

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Terça-feira, Junho 2, 2009

Amizade verdadeira

Hoje em dia apesar de termos cada vez mais instrumentos de comunicação a relação entre as pessoas é cada vez mais distante. De facto amizade verdadeira está a desaparecer cada vez mais e as pessoas estão a tornar-se mais individualistas e egoístas, porque já não sentem a necessidade de estar perto fisicamente uns dos outros preferindo estar com várias pessoas através do computador.

Ser amigo é estar presente tanto nos momentos bens como nos menos bons. Um amigo é uma palavra, um sorriso, um olhar, cultiva-se ao longo do tempo tendo sempre a certeza de que podemos contar com ele, aonde quer que esteja e sempre seja qual for o momento.

Considero que a amizade verdadeira não tem idade e estou a lembrar-me dum amigo especial a quem aconteceu um grave acidente que o imobilizou durante algum tempo e sem pedir ajuda a ninguém apareceu o verdadeiro amigo para se oferecer nas tarefas em que pudesse ser útil naquele momento complicado. Acho que este acontecimento revela uma verdadeira prova de amizade.

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As espécies em vias de extinção

Na minha opinião existem vários factores que levam á extinção progressiva de certas espécies.

Considero que a falta de consciência de certas pessoas, ou a ignorância são causas que podemos apontar como sendo as principais. Com este comportamento assistimos à poluição atmosférica, marítima, terrestre e à desertificação que leva à falta de oxigénio e portanto à morte de muitas espécies animais e não só. Para travar esta situação acho que devemos tomar no nosso dia a dia como por exemplo reciclar, andar em transportes públicos, utilizar produtos bio degradáveis porque de facto se ninguém fizer o mínimo gesto para o ambiente as nossas condições de vida tornar-se-ão mais desagradáveis e aparecerão mais doenças graves.

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O Herói

Um herói para mim é uma pessoa não necessariamente conhecida do público
em geral. De facto acho que ter um ídolo pode ser um pouco perigoso porque pode ter influências nem sempre positivas.

As vezes um “ídolo” não é o melhor exemplo de comportamento e ao queremos imita-lo perdemos a nossa própria personalidade e carácter ao querer identificar-mos a uma pessoa que muitas vezes não conhecemos realmente. Um herói na minha opinião deve mostrar-se à altura de qualquer situação. Deve ser um modelo que nos mostra o caminho mais certo que temos de adoptar na nossa vida.

Pessoalmente não tenho nenhum herói que se possa considerar figura pública mas considero o meu pai o melhor exemplo da vida, é a única pessoa em que posso realmente confiar, sei que jamais me desiludiria e que em qualquer situação estará sempre a meu lado fim de me ajudar, aconselhar, ralhar com o objectivo de me tornar numa pessoa cada vez melhor e talvez um dia um herói também.

Pessoalmente, acho que se nos identificarmos a uma pessoa não devemos imita-la completamente, temos que retirar dessa pessoa os seus lados mais positivos, soa esses que nos ajudarão a crescer e a criar a nossa própria personalidade.

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Segunda-feira, Março 2, 2009

Uma viagem ao tempo dos castelos

Nesse ano, as férias do João e da Ana foram na quinta da tia Júlia, na serra do Marão. Por, lá os ares das pessoas, eram misteriosos. Souberam através da cozinheira, a senhora Albertina, que na serra, perto de um castelo, vivia uma criatura medonha.

Um dia, quando puderam sair de casa foram até esse castelo. Perto desse encontraram um homenzinho sorridente. Era simpático, baixinho e redondo, com pouco cabelo, uma cara abolachada e uns olhos vivos e azuis.Chamava-se Orlando Silveira e era o castelão daquela ruína. Esse mostrou-lhes o castelo. Aí comeram e estiveram à conversa. Souberam que ele era cientista, pertencendo a AIVET, que andava à procura do segredo das viagens no tempo. Mais tarde, o velho mostrou-lhes a máquina do tempo que ele acabara de montar. A máquina era as paredes que estavam cobertas com um painel metálico, com botões, ecrãs, mostradores e luzes.

O cientista propôs que viajassem no tempo para o século XII, em que aquele castelo pertencia ao conde Argemiro, um cavaleiro rico, imponente, de grande barba negra. Os dois irmãos aceitaram a proposta.

Orlando falou com os colegas de trabalho, através de ecrãs, e eles aceitaram os dois irmãos como membros provisórios da AIVET. De seguida, lá viajaram duzentos anos no tempo para trás. Foram parar à adega do conde Argemiro. Nesse momento o conde e outros fidalgos iam para uma caçada. O Orlando e os seus companheiros decidiram ir assistir a essa. Depois dos fidalgos terem partido, eles foram a cavalariça e montaram um cavalo cada um.

Passado um pouco, os caçadores apanharam um javali. Mas, o João fez asneira e tiveram que fugir, pois de outra forma iam ser apanhados. Mais à frente, alcançaram uma aldeia. Aí aproveitaram para  se esconder. Tiveram que rasgar as roupas para poderem passar despercebidos.

Nessa aldeia foram recebidos na casa de uns camponeses. Vivia aí um rapazinho que era deficiente, devido a ter o freio da língua muito comprido, o que impedia de ele falar. O cientista disse que tinha cura e por isso lhe ia fazer uma «operação»,  na altura certa.

Ficaram lá até um grupo de servos do conde Argemiro passarem por ali, para irem reparar uma capela. Aproveitaram e foram com eles, contudo antes de partirem, o cientista fez  a operação ao rapaz, com um canivete, cortando o freio da língua, e assim passado algum tempo, ele já podia falar à vontade.

Chegados lá, enquanto os servos dormiam eles fugiram para uma floresta que ficava perto. Na floresta dormiram numa gruta com alguns caçadores, que tinham matado uns lobos, pois esses tinham feito estragos.

No dia seguinte, partiram para Britiande, terras de D. Egas Moniz. Nessa terra esperavam notícias da Batalha de São Mamede, que era entre o rei D. Afonso Henriques e a sua mãe, Dona Teresa. D. Lourenço (filho de D. Egas Moniz) e dois mensageiros foram os que deram a notícia que D. Afonso Henriques tinha saído vitorioso. Entretanto, chegou D. Egas Moniz  com a sua comitiva que foi recebido com grande entusiasmo pela população da terra dele.

Orlando e os dois irmãos tiveram de ir embora. D .Egas Moniz, depois do Orlando ter uma conversa com ele, esse deu-lhes o que era necessário para a viagem: roupa, mantimentos e cavalos.

Nesta viagem foram acompanhados por D. Lourenço,  que ia fazer-lhes companhia até parte da viagem. Seguiram em direcção a Balsemão, onde encontraram uma igreja. Vivia aí um grupo de monges, que estavam à espera que D. Afonso Henriques passasse por ali. Quando D. Afonso Henriques passou por aquele local, saudou os monges, que lhe ofereceram um pergaminho, D. Loureço e Orlando e os dois irmãos. Mais tarde, Orlando e os seus companheiros seguiram caminho em direcção ao castelo do conde Argemiro. Chegados a esse fingiram-se de camponeses e entraram no castelo. Por pouco não foram apanhados pelos guardas e pelo conde Argemiro. Contudo, conseguiram fugir e regressar ao século XX sem problema.

Nesta viagem foram acompanhados. Contudo, conseguiram fugir e regressar ao século XX sem problema.

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Terça-feira, Dezembro 16, 2008

A matemática n’Os Lusíadas

Os Lusíadas em números:

A obra data do séc. XVI e divide-se em 10 cantos.

Cada canto tem um número variável de estrofes (em média 110).

O canto mais longo é o canto X com 156 estâncias. No total há 1102 estâncias.

Estas são oitavas ou seja constituídas por 8 versos.

Cada verso é constituído por 10 sílabas métricas na sua maioria, os versos são heróicos (acentuados nas 6 e 10 sílabas).

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Terça-feira, Outubro 7, 2008

Auto-Retrato

Dos meus olhos saem duas luzes,
timidas, por vezes, mas sempre em alerta constante
tenho no rosto um sorizo brilhante
vermelho e rosados são os meus lábios
como uma bela maçã
Maçã da face envolta
por escuros cabelos curtos.
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Sexta-feira, Maio 23, 2008

O Sonho

Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos
pelo sonho é que vamos

Basta a fé no que temos.
Basta e esperança naquilo
que talvez não teremos
Basta que a alma demos
com a mesma alegria
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia

Chegamos? Não chegamos?

- Partimos. Vamos. Somos.

De Sebastião da Gama
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Quinta-feira, Abril 17, 2008

Dia Mundial do Livro

Lemos para saber mais; lemos para encontrara felicidade.
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Leitura

Estou a ler “O centro do labirinto” do autor “Augustím Fernández Paz”
Publicado por Jorginho em 12:29:34 | Permalink | Sem Comentários »